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O terceiro episódio da segunda temporada de Grimm foi um dos piores de toda a série, e lembrou aqueles primeiros episódios da primeira temporada. Um episódio fraco, com um procedural chato e muito mal resolvido, quer dizer que só por ser um Grimm, Nick, solucionaria o caso do jeito como o mesmo foi resolvido?  Por falar nisso essa forçação de barra na resolução do caso da semana lembrou um pouco de Touch, o que não é bom.

Já o quarto episódio, Quill, por outro lado, foi um excelente episódio, onde o caso da semana foi mais interessante e a história principal foi bem desenvolvida, sem falar que esse episódio se mostrou muito importante no desenvolvimento da série e nele aconteceram algumas coisas que devem ter agradado alguns fãs de Grimm.

O grande problema dessa segunda temporada de Grimm tem sido a diferença de qualidade entre os episódios, parece que os roteiristas estão alternando episódios bons com episódios ruins, o que prejudica até mesmo os números de audiência da série. Agora é esperar pra ver se o quinto episódio vai ser bom ou ruim.

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Hobbit – Uma Jornada Inesperada!

Bom amigos, depois de eras e mais eras sem passar por aqui, venho falar um pouco sobre o filme que eu mais espero nesse segundo semestre.. Nada mais nada menos que a esperadíssima adaptação cinematográfica da obra “O Hobbit”, de J.R.R. Tolkien, de 1937, que entrou para lista de clássicos da literatura infanto-juvenil. Além do mais, foi o conto que deu origem ao universo d’O Senhor dos Anéis… Ou seja, foi uma obra que entrou para história e está no coração de muitos leitores mundo afora.

O hobbit Bilbo Bolseiro (Em “Uma Jornada Inesperada” e em “A Sociedade do Anel”).

O herói dessa história é Bilbo Bolseiro (o tio de Frodo) , um hobbit que estava vivendo tranquilamente na sua toca quando que de repente aparece Gandalf, um mago misterioso, o chamando para uma aventura, coisa não muito comum entre os pacíficos hobbits. Gandalf apresenta à Bilbo um grupo de 13 anões que estão querendo reclamar o tesouro de seus antepassados, que foram expulsos da montanha pelo maligno e ganancioso dragão Smaug. Os Anões estão procurando o último membro para a expedição, alguém que seja pequeno e esguio para entrar pela passagem secreta da montanha.

O grupo dos anões com o seu líder Thorin Escudo de Carvalho no centro.

Gandalf o cinzento.

Muito relutante, Bilbo aceita sair nessa aventura com os anões e Gandalf através das belezas e dos perigos da Terra Média, encontrando com Goblins, Lobos, Elfos (amigos e hostis), criaturas sombrias e até um certo anel mágico. A história tem batalhas épicas, monstros misteriosos e um desfecho fenomenal. O Hobbit tem tudo para ser um dos melhores filmes (se não o melhor) do ano. Aqui ficam os 2 trailers lançados até agora.

Se já assistiram Dark Knight Rises, precisam que eu fale mais alguma coisa? Sério? Preciso mesmo falar o quanto Nolan é genial? O quanto as interpretações de Bane e Mulher-Gato foram excepcionais, contrariando todas as minhas expectativas? O quão improvável será fazerem uma saga do Batman que bata essa? É necessário? Beleza então. Comecemos por…

Palmas para Cristopher Nolan! O cara demonstra ser um dos maiores diretores de todos os tempos a cada filme feito. É dele a proeza de levar o herói mais fodástico do universo dos quadrinhos a um nível superior. A atmosfera sombria, detalhista e, principalmente, realista implantada por ele na trilogia, tirou-a do nicho “ótimo filme de super-heróis” e levou-a ao patamar dos grandes filmes já feitos na história. Não são filmes que você assiste uma vez e sabe que daqui a alguns anos (após passar um milhão de vezes na Sessão da Tarde e ninguém mais aguentar assistir) será batido por outro filme com uma história ligeiramente diferente e efeitos especiais mais bem atualizados. Essa trilogia já bate qualquer outro filme feito do Morcego, e serão filmes a serem batidos no futuro. Acho meio impossível fazerem melhor que isso, mas boa sorte ao próximo que tentar.

Agora, falando da expectativa do filme. A história continua profunda, o que já era esperado, e não é um filme separado, que possa ser usado de comparação com os outros, o que gerava expectativa falsas de que esse filme seria muito pior do que o Dark Knight. Ele é a conclusão da saga, utilizando-se de pequenos fios soltos deixados nos outros filmes para criar a história deste. Sem a introdução firme do Begins e o desenvolvimento magistral do Dark este filme não existiria, o que demonstra que a trilogia pode ser vista como uma produção só, bem arquitetada desde o começo para chegar ao final épico. E que final!

O que mais impressiona nas histórias do Batman, são os seus inimigos. Como é um quadrinho que envolve um herói sem poderes, a maior parte de seus vilões também não os tem, o que faz com que o foco seja mais na trama e na personalidade de seus personagens do que na porradaria em que eles se envolvem. Nolan pegou esse foco e investiu ele com força em seus filmes, criando batalhas mais psicológicas do que físicas. Bane (Tom Hardy), que nos quadrinhos usa de uma droga chamada Veneno para adquirir um grande aumento em sua força física, é retratado nesse filme como um vilão treinado pela Liga das Sombras de Ra’s Al Ghul e pretende seguir o plano de destruir Gotham. Imponente, inteligente e cruel, ele domina a cidade inteira e deixa todos de mãos atadas por um só sentimento: o medo. Foda. Selina Kyle é a maior surpresa desse filme. Quem diria que Anne Hathaway podia interpretar uma personagem sexy e perigosa tão bem? E eu aqui achando que ela iria esmerdear o filme. Foda também. Miranda Tate/Talia al Ghul é a filha de Ra’s Al Ghul e a mente criminosa por trás do plano do Bane. Ela poderia até anular o Bane, já que sua presença o transformaria em um mero coadjuvante, mas sua atuação pífia a transforma em apenas uma boa surpresa no final do filme. Merda.

Ainda falando sobre as atuações e saindo do assunto Vilões, mais palmas para Gary Oldman, Morgan Freeman e Michael Cane por mais uma rodada de ótimas atuações. Ouvi gente no cinema fungando na cena em que Alfred está no “enterro” de Bruce Wayne e me arrepiei pra caralho na cena em que Batman dá a dica para Gordon da sua verdadeira identidade.

Achei fantástica a forma com que Nolan introduziu Robin na história do filme, homenageando todos os Robins sem forçar a barra, transformando-os em um só: John Blake, órfão como Jason Todd, policial como Asa Noturna e descobrindo a identidade secreta do Batman sozinho como Tim Drake. Final incrível, com a brecha para Blake ser o novo herói mascarado, Wayne estando finalmente em paz consigo mesmo, Gotham salva novamente e com o Batman de inspiração para que os cidadãos a mantenham assim.

Com isso, a franquia que mais me empolgou na última década acabou, deixando uma satisfação maior que o esperado. Foi a melhor adaptação de quadrinhos que já vi e duvido que irei ver uma tão boa ou melhor em um futuro próximo. Mas, quem sabe, pode ser a inspiração para outras produções, já que mostra que adaptações podem ser melhor produzidas com inteligência do que com efeitos especiais. É esperar pra ver. Abraço!

Grimm – 2 x 02 The Kiss

 

Finalmente posso dizer que começou a segunda temporada de Grimm, afinal, o procedural desenvolvido no primeiro episódio foi resolvido nesse segundo, e enquanto o primeiro episódio foi morno, esse segundo foi sensacional, e me fez lembrar porque eu gosto dessa série.

Em The Kiss a história foi bem desenvolvida e a sua resolução foi convincente. Finalmente descobrimos que capitão Renard não é um humano qualquer e que ele faz parte de uma das famílias reais, e a mãe de Nick com certeza vai surpreende – lo em algum momento, acho aquela história dela com as moedas meio estranha. Hank não teve grande importância no episódio, Rosalee e Monroe, também não tiveram importância, e a história de Juliette finalmente teve um desfecho, que já era esperado, mas não da forma que aconteceu, agora Nick vai ter que conviver e procurar uma maneira de resolver a amnésia de Juliette.

Grimm teve um excelente episódio, espero que os seguintes sejam tão bons quanto esse.

Grimm – 2 X 01 Bad Teeth

 

Depois de uma pequena espera, começou a segunda temporada de Grimm, e esse primeiro episódio, deixou a desejar, na minha opinião. Alguns acontecimentos do episódio foram muito mal planejados e o roteiro deixou a desejar em muitos pontos, por outro lado, esse episódio encaminhou essa segunda temporada e apresentou de forma satisfatória qual vão ser os principais temas desenvolvidos nessa temporada.

A entrada da mãe de Nick deu um novo fôlego a série, muitos pontos que necessitavam de uma maior explicação, foram explicados por ela, e ao que parece ela vai permanecer na série, pelo menos no próximo episódio, que aliás será exibido hoje na NBC. Juliette provavelmente terá sua situação resolvida nos próximos episódios, e a presença de Rosalee e Monroe mais uma vez se mostrou importante para a série.

O episódio não terminou ao seu fim, o procedural que começou nesse episódio se resolverá no próximo, o que por um lado é bom, pois cria expectativa. No mais, o episódio poderia ser melhor, mas em comparação ao primeiro episódio da primeira temporada, esse foi muito superior.

 

 

Renovado e espetacular.

Olá, filhos de Odin, criaturas de bom gosto que apreciam este blog. Venho hoje falar sobre o novo filme do meu segundo herói favorito: Homem-Aranha. Farei a comparação entre o filme de 2002 e essa nova versão, então os chamarei de Aranha e Amazing, respectivamente.

Em busca de mais lucro nos cinemas e após problemas com a direção do filme, a Sony resolveu demitir todo mundo e recomeçar a saga de Parker. Acho justo, já que a trilogia se saturou lindamente depois do terceiro filme e chegou a ofuscar a boa produção dos dois filmes anteriores. Com isso, o reboot traz elementos originais da história em quadrinhos: Gwen Stacy (Emma Stone, sua linda!) como a 1ª namorada de Peter e os lançadores de teia como a única forma de fazer o Amazing se balançar pela cidade. Só isso já bastou para deixar alguns fãs de quadrinhos satisfeitos.

Outro ponto positivo da trama foi a ideia de focar mais na história de Peter. No Aranha 1, Peter está no colegial, se forma, consegue um emprego, é demitido, começa a trabalhar como freelancer pro jornal do J.J. Jameson… tudo isso em pouco mais de duas horas. O filme ficou corrido pra caralho, com hiatos gigantes entre os confrontos. Preguiça de complementar o roteiro com algo mais significativo? Sei lá. Em Amazing, tudo rola no seu tempo, a trama toda se desenvolve em poucos meses, sem atropelar partes da história do herói.

Mas o que consagrou Amazing como muito melhor que o Aranha foi a troca de atores. Tobey Maguire não tem cara de Homem-Aranha, nem nunca terá. O cara parece uma mosca morta, passa a maior parte do tempo com cara de coitado e quando tenta passar ao público a imagem do Peter engraçado, sarcástico ou corajoso, fica com a cara de babaca de quem está recitando com todo o cuidado um texto decorado, com o rosto vidrado e inseguro. Andrew Garfield tem mais carisma, mais expressão e mais talento que Maguire (desculpem o pleonasmo, qualquer um tem mais talento que Tobey Maguire).

Como nem tudo são flores, apesar de Amazing trazer um Homem-Aranha com tendências a morte por hemorragia na maioria das cenas, o espaço da cidade é mais bem aproveitado, os efeitos especiais são mais bem utilizados e as habilidades do vilão são mais evidentes no Aranha, o que torna as lutas mais épicas e bem feitas do que no novo filme.

Amazing é muito mais completo e deixa muita história sobrando para futuras produções, além de com a atualização, poder criar espaço para o Homem-Aranha incrementar OsVingadores. Uma melhora nas batalhas pode melhorar muito os próximos filmes, contanto que a qualidade da história continue a mesma. Enfim, espero que essa franquia continue poderosa e possa demonstrar todo balanceamento e carisma que faz Peter Parker ser o herói mais humano que a Marvel já nos apresentou. Termino por aqui. Câmbio!

 

Nikita – 1ª temporada

Aproveitei o intervalo entre as estreias das próximas temporadas das séries que eu acompanho pra assistir séries novas, e uma dessas séries foi Nikita.

A história da série se baseia na personagem Nikita que após escapar da Divison, uma organização secreta que fugiu do controle do governo, arma um plano pra pôr fim a Divison e para isso ela conta com a ajuda de uma agente infiltrada Alex, mas vou parar por aqui para não contar muito spoiler.

Vale ressaltar ainda, que o elenco de Nikita é muito competente com destaque para Maggie Q que interpreta Nikita e Melinda Clarke que interpreta Amanda. E o roteiro e a direção de Nikita também são excelentes, não comprometendo em nada a série, que por ser uma série de ação podia cair facilmente no procedural, o que não acontece, é uma série em que o caso do episódio sempre se liga a história principal.

Nunca dei muito valor as séries da CW, na verdade nunca tinha assistido a temporada completa de nenhuma, somente a episódios esporádicos, mas resolvi parar pra assistir a primeira temporada de Nikita e devo admitir que não me decepcionei, a primeira temporada de Nikita não tem um episódio ruim, se você como eu gosta de séries de ação, você não vai se decepcionar, a série já tem duas temporadas completas e foi renovada para uma terceira temporada, já comecei a baixar a segunda temporada, e se ela for tão boa como a primeira sem dúvida assistirei a terceira também.

Seleção Italiana – FIGC

Olá pessoal, meu nome é João Luca, e esse é meu primeiro post no blog, o que, pra mim, é uma honra. Nada melhor do que começar aqui falando sobre a tetracampeã mundial, Itália.

Ps.: Estamos criando uma nova categoria aqui no Overdose. Esportes, espero que vocês curtam 🙂

A “Azzurra” é conhecida pelo seu futebol defensivo e de contra-ataque, que na maioria das vezes, é a sua maior arma para ganhar uma partida. Foi fundada em 16 de março de 1898 pelos trabalhadores rurais e padeiros da região de Roma.

Seu primeiro jogo oficial, foi contra a seleção da França, onde a “Azzurra” saiu vitoriosa, 6-2 pra cima dos “Les Blues”. E pesar da I Guerra Mundial ter levado à interrupção das atividades futebolísticas, o período do pós-guerra, que coincidiu com o mandato bem sucedido de Giorgio Vaccaro na presidência da FIGC, e testemunhou o melhor momento da seleção da Itália.

Os “azzurri” foram duas vezes campeões do Mundo – em 1934 e 1938 – orientados pelo treinador Vittorio Pozzo. Jogadores como Giuseppe Meazza e Eraldo Monzeglio brilharam em 1934, e Amedeo Biavati, Alfredo Foni e Silvio Piola em 1938. Também conquistaram a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 1936, na cidade de Berlim.

No entanto, foi só com Artemio Franchi na presidência da FIGC, na segunda metade dos anos 60, que os “azzurri” voltaram às vitórias. Em 1968, a Itália venceu o Campeonato Europeu, uma seleção onde se destacavam Gianni Rivera, Sandro Mazzola, Gigi Riva, Dino Zoff e Giacinto Facchetti, sendo inclusive, finalista da Copa do Mundo de 1970, no México, quando perdeu para o Brasil. Depois, Franchi foi eleito presidente da UEFA.

A seleção italiana fez uma ótima campanha na copa do mundo de 1986, sendo consagrada campeã, na Espanha. Foi lá mesmo que houve aquele lance, em que Claudio Gentile (invejem, eu o conheço pessoalmente HAHAHAHAHAHAHAHA), rasgou a camisa de Zico, e é odiado pela maioria dos brasileiros. O carrasco do Brasil nessa copa, é o centroavante Paolo Rossi por ter marcado 2 gols conta a forte, favorita e temida seleção brasileira, que tinha jogadores s maravilhosos como Zico, Sócrates, Falcão, Éder, Junior, Leandro e Cerezo, davam a tônica do futebol arte, ofensivo e goleador, algo que encantou não só o país-sede da copa, como o mundo inteiro. A “Azzurra” chegou na final e ganhou da Alemanha Ocidental por 3×1, e se consagrou Tetracampeã.

Baggio lamentando por ter perdido o pênalti

Já na copa de 1994, nos Estados Unidos, a Itália fez uma boa campanha, perdendo o primeiro jogo contra a Irlanda, ganhando o segundo contra a Noruega, e empatando a terceira contra o México. Essa foi a primeira fase do grupo E.

Nas oitavas, ganhou da Nigéria, em um enorme sufoco. 2-1 na prorrogação, sendo os dois gols de Roberto Baggio. Nas quartas ganhou por 2-1 contra a Espanha, e na Semifinal contra a Bulgária, por 2-1 também. É aí que chega a final…

Foi dito por muitos que esse jogo entrou para a história, e realmente entrou. Quem é que espera, um jogador que nunca tinha perdido um pênalti em uma partida, errar o alvo, e dar o título ao Brasil? Roberto Baggio, é o nome dele. Os brasileiros com toda a certeza do mundo o amam. Não foi nem Tafarel ter pego a bola, ou acertar a bola na trave, foi um chute horrível.

Abaixo segue o vídeo…

 

Sem comentários…

A Itália chega na copa de 2002 e faz uma campanha mediana. Graças a péssima arbitragem em 3 jogos na copa. Eu tinha 7 anos e sabe o que é uma criança ter ódio por ver sua seleção ser roubada? (Pra quem não sabe, eu sou Ítalo-brasileiro. É, vira lata mesmo). Confira o vídeo com as “roubalheiras” na copa de 2002.

 

Agora veja o que uma empresa coreana de picolé fez para zombar da seleção italiana…

 

Ridículo. Filhos da puta que não sabem jogar bola, e só conseguem chegar na final disputando o 3° lugar na base do roubo –“, e isso ocorreu também contra a Espanha nas quartas de final. Mas isso é passado. Vamos agora falar sobre a campanha vitoriosa na Copa do Mundo de 2006, na Alemanha.

A Itália chega como cabeça de chave e favorita no grupo, mas não muito acreditada para ganhar o título,mas mesmo assim, as outras seleções do grupo não era nada menos que Gana (2-0), Estados Unidos (1-1), e República Tcheca (2-0, que por cima, meu ídolo Pippo Inzaghi fez um golaço no goleiro Cech HAHAHAAHAHA).

Inzaghi fazendo seu primeiro gol em um mundial.

Depois da fase de grupos, a Itália chega nas oitavas de final e enfrenta a Austrália, e vence por 1-0, gol de pênalti do famoso meio campista, Francesco Totti, em um jogo difícil para a “Azzurra”, já que os australianos montaram um ataque fulminante, com várias finalizações que fizeram Buffon suar. Nas quartas, foi o jogo mais fácil da copa. 3-0 na Ucrânia de Shevchenko, que naquele mesmo ano, tinha saído do Milan, para poder ir ao Chelsea (ING), e a dica que ele deu ao seu time foi, que jogassem com o coração, por que é assim que os Italianos jogam \o/

Não deu. 3-0, com um golaço de Gianluca Zambrotta, de fora da área que fez ultrapassar os 200km/h. Ps.: Ele é destro, mas chutou com a canhota. Os outros dois gols foram de Luca Toni, que precisava de um gol para quebrar o gelo naquele mundial.

Chega na semifinal, e de longe foi o melhor jogo da copa. Tanto a Itália como a Alemanha fazer um espetáculo dentro de campo, até chegarem à prorrogação. Os italianos vencem por 2-0 com um gol de Fabio Grosso, e outro do ilustre Alessandro Del Piero. Só de assistir o vídeo dá arrepios…

Uma emoção enorme. E o narrador diz: Vamos a Berlim!! Vamos a Berlim!!

E chega a grande final. Não foi o melhor jogo da Itália que vi, mas deixou muitos italianos loucos. Quem não se lembra dessa imagem…?

Hahahaha.

Zinédine Zidane marcou o gol dos “Les Blues”, e também deu uma cabeçada que fez o árbitro expulsa-lo da partida. O motivo foi que Materazzi xingou sua mãe, sua irmã, e o xingou por ser descendente de Árabe. Eu conheço os italianos, e sei que eles são bem filhos da puta de fazer isso, rs. Itália e França chegaram as penalidades. Itália sem Totti, e França sem Zidane e Henry, seus melhores fantasistas. A Itália teve todos os 5 acertos, com Pirlo, De Rossi, Del Piero, Grosso e Materazzi. Já a França errou com Trezeguet, que por ironia do destino, jogava na Juventus de Turim. O placar do jogo foi Itália 1 (5) – (4) 1 França, e a Itália conquista seu Tetracampeonato.

Bem, o momento de festejar acabou aí…

Chegamos a 2010, Copa do Mundo da África do Sul, e todos esperam que a Itália chegue pelo menos as oitavas de final, e nem chega perto disso. É eliminada na fase de grupos, sendo a pior campanha de todos os tempos na história da FIGC e do Mundial. Dois empates, 1-1 com o Paraguai, 1-1 contra a Nova Zelândia, e perdeu para Eslováquia por 3-2. Um vexame.

Agora, uma pausa para falar sobre os jogadores naturalizados italianos…

Mauro Camoranesi, argentino naturalizado italiano.

Na lista temos jogadores famosos como, Mauro Camoranesi, Luis Monti, Humberto Maschio, Omar Sívori, Attilio Demaría, Raimundo Orsi e Enrique Guaita (Argentinos); Mario Balotelli (apesar de ter nascido em Palermo, o governo italiano o tratava como africano, ele é de origem Ganesa); Anfilogino Guarisi, Thiago Motta, José “Mazzola” Altafini, Angelo Sormani e Dino da Costa (Brasileiros); Juan Alberto Schiaffino, Alcides Ghiggia e Michele Andreolo (Uruguaios); Roberto Di Matteo (Suíço); Simone Perrotta (Inglês); e Giuseppe Rossi (Americado).

Na Euro 2012, a seleção não fez feio, ficou em 2º lugar, perdendo para a Espanha (Que fez algo inédito. Conseguiu ser bicampeã em edições seguidas). A “Azzurra” perdeu de 4-0 para a Fúria, com gols de Silva, Alba, Torres e Mata. O interessante, é que a Itália ficou com a maior parte da posso de bola, 53%, mas com o que a Espanha jogou, era meio impossível…

A Itália fez seu primeiro jogo contra a Espanha, e empatou 1-1 com gol de Di Natale. Seu segundo jogo foi contra a Croácia e, mais uma vez empatou, 1-1 com um belo gol de Pirlo. O terceiro jogo era necessidade da equipe azul ganhar, e foi o que fizeram. 2-0 contra a Irlanda, com um gol de Cassano, e outro gol de bicicleta, lindo gol de Mario Balotelli. E foi assim que a Itália se classicou em segundo do grupo, indo enfrentar a forte seleção inglesa.

Esperava-se um jogo puxado mais para os ingleses, mas foi inverso. A Itália dominou o jogo inteiro. INTEIRO. 69% da posse de bola italiana, e muitas finalizações. 36 no total, e o que faltou foram acertos, e o que acertaram, foi anulado por impedimento. Mas com a sorte “Azzurra”, ganharam na decisão de pênaltis, graças a dois erros de pênalti. Um de Young, e outro de Cole, no lado italiano, Montolivo também desperdiçou uma cobrança.

Chega o jogo esperado. Itália e Alemanha se enfrentam mais uma vez em edições oficiais, e mais uma  vez em uma semifinal. Bem, pra saber mais, é só subir um pouquinho que você vai ver que tem um texto falando sobre a semifinal do mundial de 2006… Hehe.

Só que dessa vez, a Itália fez um ótimo jogo. Nas suas duas primeira chances, Mario Balotelli abriu o placar aos 20 minutos, e 13 minutos após o primeiro gol, ele fez novamente um gola para liquidar a fatura, e mandar a Itália pra Kiev, onde foi a final. Ainda aos 80 minutos de jogo, Özil fez um gol de pênalti pra fazer o gol de honra dos alemães.

Chega o jogo contra a Espanha, muitos acreditam que a Itália iria se consagrar campeã naquele domingo. Não foi isso que aconteceu. A Fúria foi superior nos ataques e contrataques, e também graças a dois erros da zaga italiana. 4-0. Lavada total.

Na minha opinião, a melhor seleção italiana que vi em campo, foi a de 2006. Era um time super experiente, mas com base mais velha. Jogadores como Cannavaro, Nesta, Del Piero, Totti, Inzaghi, Gilardino e outros grandes jogadores. Agora a Itália passa por outra fase de seleção, na qual eu acho que não vai muito longe se mudar a tática de jogo. Cesare Prandelli é um bom treinador, mas a seleção italiana precisa de algo a mais. Vamos ver como a “Azzurra” se sairá ano que vem na Copa das Confederações aqui no Brasil, e eu, vou fazer o máximo pra ir assistir pelo menos um jogo da minha seleção favorita.

Até o próximo post.