File:The Elder Scrolls V Skyrim cover.png

Alguns dias atrás uma notícia muito boa veio, literalmente, às minhas mãos… Meu jogo de Skyrim finalmente chegou! E, tomando o embalo da empolgação, resolvi comentar aqui sobre mais um jogo de enorme sucesso. Apesar de ter chegado apenas por agora, já tive outros dias de experiências com Skyrim e, para os adoradores de jogos de RPG, esse jogo é ALTAMENTE recomendável! Acho que dá pra perceber que eu gosto muito dele, né? Rs. Vamos falar um pouco, então, sobre o enredo do jogo, tanto quanto suas características e jogabilidade, mergulhando num mundo fantástico e muito bem bolado.

Até parece que o mapa é pequeno... Só parece mesmo, rs.

Como podem perceber, o nome do jogo é The Elder Scrolls V, tendo 4 deles anteriormente: Arena, Daggerfall, Morrowind e Oblivion. Mas, aqui o foco é o 5º jogo da série. Skyrim não é apenas o nome do jogo… Estamos aqui falando do continente de Tamriel, onde se encontra a província de Skyrim, lar dos Nords (Raça jogável). A história se passa 200 anos após o Oblivion. Produzido pela Bethesda Game Studios para as plataformas Xbox 360, Playstation 3 e PC, o jogo dispõe de uma jogabilidade no melhor modo RPG de ser, super não linear. Claro que existe toda uma história principal, mas não impede o aventureiro de sair por aí explorando, matando monstros, adquirindo itens e equipamentos, aprendendo magias e, claro, cada vez mais aumentando os níveis e ficando mais forte. O que acontece é que os dragões são uma lenda… Até a breve aparição de Alduin, um dragão que ameça destruir tudo e todos! Enquanto rola essa aparição dos dragões, uma guerra está acontecendo entre os imperiais e os rebeldes, já que Skyrim se dividiu após a morte de seu rei (Ulfric Stromcloack, o Jarl de Windhelm, o matou). Portanto, o jogo se desenrola a partir do momento em que você cria seu personagem e inicia a fuga de Helgen (Cidade onde você quase é executado no começo do jogo… É…) e acaba descobrindo que é um Dragonborn, ou seja, literalmente um “nascido do dragão”. Após a grande descoberta, o aprendizado sobre as técnicas utilizadas pelos dragões, os shouts, é inevitável! A não ser que você resolva seguir side quests pelo resto do jogo, haha.

Ah, a paisagem de Skyrim... Um brilho para os olhos.

Fora a história, que é enorme e bem legalzinha de entender, o jogo conta com vários tipos diferentes de habilidades, baseados em 3 classes básicas: guerreiro, mago e ladrão. O gráfico supera a grande maioria dos jogos do mesmo estilo, podendo talvez superar todos nas suas configurações máximas. Diversos tipos de criaturas esperando para serem combatidas, facções politico-religiosas, escolas de magia e guildas agindo para o cumprimento de seus objetivos, várias raças à sua disposição, uma geografia que dá gosto de apreciar, doenças implantadas que atrapalham os aventureiros e uma trilha sonora fenomenal te aguardam no maravilhoso território de Skyrim!

Menu de habilidades, mostrando as 3 classes envolvidas.

Menu de habilidades, mostrando as do mago. Como podem ver, é nítido os níveis, tanto das habilidades quanto do personagem.

Considerando que preciso MUITO me segurar pra não acabar contando tudo a vocês, espero que tenham gostado do resumão que fiz aqui. A verdade, leitores, é que o jogo trata de uma imensidão esplêndida, tanto em questões territoriais, quanto nos quesitos missões e afazeres. Vale lembrar também que nesse jogo a experiência necessária para aumentar os níveis do personagem não são adquiridas ao matar monstros, mas sim na utilização das habilidades, já que têm seus níveis próprios… Resumindo, se você passa 1 de Destruction, você aumenta certa quantia de experiência do nível principal do personagem. Deixo aqui o trailer live action para que apreciem. Qualquer dúvida, postem nos comentários e terei o prazer de respondê-los. Até o próximo post… Ou até os comentários!

 

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