O caso da semana de Alcatraz envolveu um preso que na infância quase foi afogado por sua mãe e que por isso, provavelmente, se tornou um assassino de mulheres. Ele não conseguia dormir na prisão até ser analisado pela Dra. Sengupta, que o “curou” de um zumbido que ele ouvia e por isso ele ficou eternamente grato a ela.

 

 

O início do episódio foi bem monótono e quase desisti de assisti – lo, parecia que mais uma vez os roteiristas iriam focar somente no caso da semana ao invés de desenvolver e explicar aquilo que mais nos interessa: os mistérios de Alcatraz. Até que em um ponto do episódio descobre – se que o tipo sanguíneo do procurado da semana, no caso Webb Porter, combina com o da Dra. Sengupta, e que ele possui a bendita prata coloidal no sangue, prata essa que Milton acredita poder curar a Dra. Sengupta. A partir daí o episódio se torna muito interessante.

Doc esteve bem, ele não foi tão essencial como em episódios anteriores, mas é impossível pensar em Alcatraz sem ele. Madsen também foi bem, mais uma vez, mas os destaques do episódio foram Hauser e a Dra. Sengupta. Por fim, esse episódio que parecia ser mais um procedural chato se mostrou muito importante para o desenvolvimento da série, afinal foi no final dele que a Dra. Sengupta acordou, será que é ela quem nos dirá o que aconteceu em Alcatraz nos anos 60? Agora é esperar para ver.

 

 

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